Nota: É extremamente
desaconselhável praticar tais rituais sem ter alguma base de magia ou
à esmo. Abaixo estão descritos Rituais e invocações
. As Operações da Magia não estão isentas de perigos,
pois temos que agir, sempre conscientemente, com base fundamentada na suprema,
absoluta e infalível Vontade.
É extremamente desaconselhável fazer da Magia um passatempo, uma
prova de poderes. Ninguém se diverte impunemente com os mistérios
da vida e da morte, e tudo em Magia deve ser tratado com seriedade e com a maior
reserva.
Nunca ceda ao desejo de convencer os outros pelas Operações Mágicas.
Isso porque os efeitos mais surpreendentes nunca seriam suficientes como provas
para as pessoas não-Iniciadas. Mostrar prodígios para alguém
ou acreditar na Magia é, para o Iniciado, tornar-se indigno ou incapaz
da Magia.
Não se vanglorie com as obras que operou. A Tradição sempre
recomenda o silêncio dos doentes que são curados; e, se este silêncio
for guardado fielmente, o Iniciado nunca será crucificado antes da conclusão
de toda a sua obra.
Outra precaução que nunca devemos esquecer é não
fazer qualquer operação quando estivermos doentes.
O Homem verdadeiramente Homem só pode Querer o que deve, razoável
e justamente, fazer. Por isso, impõe silêncio aos desejos e ao
seu temor, para escutar a voz da Razão, no silêncio absoluto.
Um Homem assim é um rei natural e um sacerdote espôntaneo para
as multidões errantes. É por isso que o objeto da Iniciação
se chama, desde as antigas Iniciações, Arte Sacerdotal ou Arte
Real. Para praticar a Magia, só será considerado um verdadeiro
Mago se se puser acima de todas as fraquezas da Natureza.
As invocações não deixam de ser um tipo de oração mais complexo, e sua prática aumenta, e muito, nosso contato com as forças ocultas da Natureza. Logo abaixo, uma Invocação mais completa, mas dedicada a quem já conhece um pouco sobre Magia Prática. E logo depois, uma Invocação simples, mas de ótimos resultados para todas as pessoas, Iniciadas ou não em Magia.
INVOCAÇÃO DOS QUATRO CANTOS
"O Iniciado, aponderando-se do pensamento, que produz as diversas formas,
se torna senhor das formas e as faz servir ao seu uso." O Ar, a Água,
a Terra e o Fogo (formas elementais) separam e especificam, por uma espécie
de esboço, os espíritos criados no Moviento Universal Inteligente.
Evocando os Elementos, entramos em contato com toda parte, pois o Espírito
elabora e fecunda a matéria pela vida; toda matéria é animada;
o pensamento e a Alma estão em toda parte. Para evitarmos as interferências
dos fenômenos provocados pelos Elementais, temos que possuir a Vontade
mais poderosa, a fim de dominarmos, por uma elevada razão e uma grande
severidade, as correntes invisíveis que podem ser ocasionadas. Para isso,
não podemos ter medo da água, pois necessitamos dominar as Ondinas.
Não teremos medo do fogo, porque ordenaremos às Salamandras. Não
nos abrigaremos dos ventos, nem teremos medo de alçar às alturas,
porque dominaremos os Silfos e os Gênios. E não temeremos os elementais
da Terra, porque os espíritos inferiores só obedecem a um poder
que lhes provamos. Mostramo-nos seus Senhores até no seu próprio
elemento. Com a Ousadia e o Exercício, conquistamos o Poder incontestavél,
impondo aos Elementos o Verbo Puro da nossa Vontade por Consagrações
especiais para o Ar, ao Fogo, à Água e à Terra. Este é
o começo indispensável de todas as operações Mágicas.
Mas antes, com o Sinal Mágico, da cruz, é preciso vencê-los
nas suas forças, sem nunca se deixar subjulgar pelas nossas fraquezas
e pelas "fraquezas" deles. Sabemos que a cruz surgiu muito antes do
Cristianismo e a ele não pertence exclusivamente. Para nós, representa
as oposições e o equilíbrio quaternário de todos
os elementos. Portanto, é reservado aos Inciados o Sinal-da-Cruz em sua
forma original. Esta é a maneira correta; ao longo dos anos, a Igreja
e seus militantes profanaram os significados e simbolismos. O Iniciado leva
a mão à testa e diz: -A TI PERTENCEM... Leva a mão ao peito:
-O REINO... Bota a mão no ombro esquerdo: -A JUSTIÇA No ombro
direito: -E A MISERICÓRDIA... Depois, com a mão direita erguida
para o céu e a esquerda em direção à Terra, fala:
-NOS CICLOS GERADORES! TIBI SUNT MALCHUT ET GEBURAH ET CHESED PER AEONAS. (em
latim, mesmo!) Este Sinal Mágico, da cruz, deve ser feito sempre, antes
e depois de qualquer desenvolvimento de Desejos, Vontades e Verbos - As operações
mágicas. As consagrações e outras Evocações
que estão a se encontram a seguir, foram retiradas de Grimoires de diversos
autores, tais como Agrippa, Albert Le Grand, Papus e Eliphas Levi. Devemos lembrar
que as orações devem ser criadas e produzidas, palavra por palavra,
pelo próprio Iniciado, numa verdadeira alquimia das Vontades expressas
por suas palavras. Portanto, o que você irá ler não deve
ser tomado como uma "receita", e sim como um estímulo para
o Iniciado buscar suas próprias palavras na expressão Pura de
suas Vontades. Agora sim, podemos dar início às Consagrações
(Ar e Água) e ao Exorcismo (Fogo e Terra). Consagramos o Ar soprando
para os quatro quatro pontos cardeais, dizendo:
SPIRITUS DEI FEREBATUR SUPER AQUAS, ET INSPIRAVIT IN FACIEM HOMINIS SPIRACULUM VITAE. SIT MICHAEL DUZ MEUS, ET SABTABIEL SERVUS MEUS IN LUCE PER LUCEM FIAT VERBUM HALITUS MEUS; ET IMPERABO SPIRITIBUS AERIS HUJUS, ET REFROENABO EQUOS SOLIS VOLUNTATE CORDIS MEIS, ET COGITATIONE MENTIS MEAE ET NUTU OCULI DEXTRI. EXORCISO IGITUR TE, CREATURA DERIS, PER PANTAGRAMMATON ET IN NOMINE TETRAGRAMMATON, IN QUIBUS SUNT VOLUNTAS FIRMA ET FIDES RECTA. AMEN. SELA FIAT.
Em seguida, recitamos a oração aos Silfos: Espírito de sabedoria cujo sopro dá e retoma a forma de todas as coisas. Tu, diante de quem a vida dos seres é uma sombra que muda e um vapor que passa. Tu, que sobes às nuvens e que caminhas nas asas dos ventos. Tu, que expiras, e os espaços sem fim são povoados.Tu, que aspiras, e tudo o que de ti vem a ti volta: movimento sem fim na estabilidade eterna, sê eternamente bendito. Nós te louvamos e te bendizemos no império móvel da luz Criada, das sombras, dos reflexos e das imagens, e aspiranmos, incenssamente, à tua imutável e imperecível claridade. Deixa penetrar até nós o raio de tua inteligência e o calor do teu amor: então o que é móvel ficará fixo, a sombras será um corpo, o espírito do ar será uma alma, o sonho será um pensamento. E nós não seremos mais arrastados pela tempestade, porém seguraremos as rédeas dos cavalos alados da manhã e dirigiremos o curso dos ventos da tarde, para voarmos diante de ti. Ó Espírito dos espíritos, ó alma eterna das almas, ó sopro imperecível de vida, ó suspiro criador, ó boca que aspiras e expiras a exitência de todos os entes, no fluxo e refluxo da tua eterna palavra, que é oceano divino do movimento e da verdade. Amém. Consagramos, depois a água pela imposição das mãos e pelo sopro das palavras: FIAT FIRMAMENTUM IN MEDIO AQUARUM ET SEPARET AQUAS AB AQUIS, QUAE SUPERIUS SICUT INFERIUS, ET QUAE INFERIUS SICUT QUAE SUPERIU, AD PERPETRANDA MIRACULA REI UNIUS. SOL EJUS PATER EST, LUNA MATER ET VENTUS HANC GESTAVIT IN UTERO SUO, ASCENDIT A TERRA AD COELUM ET RURSUS A COELO IN TERRAN DESCENDIT. EXORCISO TE CREATURA AQUAE, UT SIS MIHI SPECULUM DEI VIVI IN OPERIBUS EJUS, ET FONS VITAE, ET ABLUTIO PECCATORUM. AMEN.
Seguimos, então,
com a Oração das Ondinas:
Rei do terrível mar, vós que tendes as chaves das cataratas do
céu, e que encerrais as águas subterrâneas nas cavernas
da Terra. Rei do dilúvio e das chuvas da primavera, a vós que
ordenais à umidade, que é como que o sangue da Terra, de tornar-se
seiva das plantas, nós vos adoramos e vos invocamos. A nós, vossas
móveis e variáveis criaturas, falai-nos nas grandes comoções
do mar, e tremeremos diante de vós. Falai-nos também do murmúrio
das límpidas águas, e desejaremos o vosso amor. Ó imensidão
na qual vão perder-se todo os rios do ser, que sempre renascem em vós!
Ó oceano das perfeições infinitas! Altura de que vos mirais
na profundidade. Profundidade que exalais na altura, levai-nos à verdadeira
vida pela inteligência e pelo amor! Levai-nos à imortalidade pelo
sacrifício, a fim de que sejamos dignos de vos oferecer, um dia, a água,
o sangue e as lágrimas, pela remissão dos erros. Amém.
Para exorcizarmos o Fogo,
jogamos sal e pronunciamos três vezes os três nomes dos gênios
do fogo: Miguel, rei do Sol e do raio; Samael, rei dos vulcões; e Anael,
príncipe da Luz Astral. A seguir, recitamos a oração das
Salamandras:
Imortal, eterno, inefável e incriado pai de todas as coisas, que és
levado no carro sem cessar rodante dos mundos que giram sempres. Dominador das
imensidades etéreas, onde estás ereto no trono do teu poder, de
cima do qual teus olhos formidáveis descobrem tudo e teus belos e santos
ouvidos escutam tudo, atende aos teus filhos, que amaste desde o nascimento
dos séculos; porque a tua dourada, grande e eterna majestade resplandece
acima do mundo e do céu das estrelas; estás elevado acima delas,
ó fogo faíscante. Aí, tu te acendes e te conservas a ti
mesmo pelo teu próprio esplendor, e saem da tua essência regatos
inesgotáveis de luz, que nutrem teu espírito infinito. Este espírito
infinito alimenta todas as coisas e faz este tesouro inesgotável de substância
sempre pronta à geração que elabora e que se aprimora das
formas de que a impregnaste desde o princípio. Deste espírito
tiram também sua origem estes reis mui santos que estão ao redor
do teu trono e que compõem a tua corte, ó pai universal! Ó
único! Ó pai dos felizes mortais e imortais.
Criaste, em particular, potências que são, maravilhosamente, semelhantes
ao teu eterno pensamento e à tua essência adorável. Tu as
estabeleceste superiores aos anjos, que anunciam ao mundo as tuas Vontades.
Enfim, nos criaste na terceira ordem no nosso império Elemental. Aqui,
o nosso contínuo exercício é louvar e adorar os teus desejos.
Aqui, ardemos, incessantemente, aspirando possuir-te. Ó pai! Ó
mãe! Ó mais terna das mães! Ó arquétipo admirável
da maternidade e do puro amor! Ó filho, flor dos filhos! Ó forma
de todas as formas, alma, espírito, harmonia e número de todas
as coisas! Amém.
A seguir, passamos a exorcisar
a Terra:
Rei invisível, que tomastes a Terra para apoio e que cavastes os seus
abismos para enchê-los com a vossa onipotência. Vós, cujo
nome faz tremer as abóbodas do mundo, vós que fazeis correr os
sete metais nas veias da pedra, monarca das sete luzes, remunerador dos operários
subterrâneos, levai-nos ao ar desejável e ao reino da claridade.
Velamos e trabalhamos sem descanso, procuramos e esperamos, pelas doze pedras
da cidade santa, pelos talismãs que estão escondidos, pelo cravo
de imã que atravessa o centro do mundo. Senhor, tende piedade dos que
sofrem, desabafai os nossos peitos, desembaraçai e elevai nossas cabeças,
engrandecei-nos. Ó estabilidade e movimento. Ó dia envolto de
noite, ó obscuridade coberta de luz! Ó Senhor, que nunca retende
convosco o salário de vossos trabalhadores! Ó brancura cristalina,
ó esplendor dourado! Ó coroa de diamantes vivos e melodiosos!
Vós que levais o céu no vosso dedo, como um anel de safira, vós
que escondeis embaixo da Terra, no reino das pedrarias, a semente maravilhosa
das estrelas, vivei, reinai e sede o eterno dispensador das riquezas que nos
fizeste guardas. Amém.
Estas são as relações de todos os Elementais na composição Univesal, com seus respectivos soberanos:
Gob, para os Elementais
da Terra;
Djin, para as Salamandras;
Pralda ou Peralda, para os Silfos; e
Niksa ou Nikse, para as Ondinas.
| REINOS | GÊNIOS | INFLUÊNCIAS | SIGNOS | INSTRUMENTO MÁGICO |
| Oriente/leste | Silfos | Biliosos | Águia | Pentáculo ou punhal |
| Meridiano/sul | Salamandras | Ondinas | Leão | Tridente ou vela |
| Ocidente/oeste | Sangüineos | Fleumáticos | Aquário | Taça |
| Septembrine/norte | Elementais | Melancólicos | Touro | Espada ou moeda |
CONJURAÇÃO
DOS QUATRO
Quando os espíritos Elementais nos atormentam, ou nos inquietam, pronunciamos
em voz alta a Conjuração dos Quatro:
CAPUT MORTUUM IMPERET TIBI
DOMINUS PER VIVUM ET DEVOTUM SERPENTEM.
CHERUBM, IMPERET TIBI DOMINUS PER ADAM IOTCHAVAH!
AGUILA ERRANS, IMPERET TIBI DOMINUS PER ALAS TAURI.
SERPENS, IMPERET TIBI DOMINUS TETRAMMATON PER ANGELUM ET LEONEM!
MICHAEL, GABRIEL, RAPHAEL, ANAEL!
FLUAT UDOR PER SPIRITUM ELOHIM.
MONEAT TERRA PER ADAM IOT-CHAVAH.
FIAT FIRMAMENTUM PER IAHUVEHU-ZEBOATH.
FIAT JUDICUM PER IGNEM IN VIRTUDE MICHAEL.
Anjo de olhos mortos, obedece,
ou escorre-te com esta água santa.
Touro alado, trabalha ou volta à Terra, se não queres que te aguilhoe
com esta espada.
Águia acorrentada, obedece a este signo, ou retira-te diante deste sopro.
Serpente móvel, arrasta-te a meus pés, ou seja atormentada pelo
fogo sagrado e evapora-te como os perfurmes que queimo nele.
Que a água volte à águal. Que o fogo queime. Que o ar circule.
Que a terra caia na Terra, pela virtude do Pentagrama, que é a estrela
da manhã, e em nome do Tetragrama, que está escrito no centro
da cruz luminosa. Amém. É desta maneira que o Iniciado fica pronto
e ativo como os Silfos, flexível e atento às imagens como as Ondinas,
enérgico e forte como as Salamandras, laborioso e paciente como os Elementais
da Terra. CUIDADOS
INVOCAÇÃO
SIMPLES
Tenha consigos o seguintes materiais (serão utilizados na representação
dos Elementais da Natureza).
- 1 moeda antiga (para o elemento Terra)
- 1 cálice ou taça com água mineral até a borda
(para o elemento Água)
- 1 incenso de sua preferência (para o elemento Ar)
- 1 vela branca (para o elemento Fogo)
Faça uma cruz no chão, representando os pontos cardeais: Norte,
Sul, Leste e Oeste.
Coloque a moeda no ponto marcando Norte; o cálice com a água no
ponto Oeste; o incenso (de preferência em um incensário) no ponto
marcado por Leste e finalmente, no ponto Sul coloque a Vela Branca.
Faça uma oração qualquer (a que você mais goste),
antes de começar a invocação.
Primeiramente, pegue a moeda na mão e segure-a firmemente, dizendo: "EU
(seu nome) SAÚDO A TERRA, A NATUREZA, TODOS OS SEUS ELEMENTOS E A SUA
FORÇA. EU AGRADEÇO POR TUDO QUE A TERRA ME PRESENTEIA TODOS OS
DIAS DA MINHA VIDA. PEÇO QUE A ENERGIA DA TERRA ESTEJA SEMPRE PRESENTE
E ME TRAGA CORAGEM, ESTÍMULO, DISCIPLINA, CONFORTO, ESTABILIDADE E SAÚDE.
EU PEÇO A TERRA QUE, REPRESENTADA POR ESTA MOEDA, ME PROTEJA E ME AJUDE
SEMPRE. ASSIM SEJA."
Coloque a moeda de volta no lugar. Em seguida, ergua o cálice (ou taça)
de água para o céu e diga: "EU (seu nome) SAÚDO TODOS
OS ELEMENTAIS E AS DEUSAS DA ÁGUA. AGRADEÇO À ÁGUA
POR TODA A ÁGUA EXITENTE NO PLANETA, PELA ÁGUA QUE BEBO E DE QUE
NECESSITO PARA VIVER. PEÇO AO ELEMENTO ÁGUA INTUIÇÃO,
CLAREZA, VISÃO, ENERGIA, FORÇA MÁGICA. EU PEÇO QUE
A ÁGUA CONTIDA NESSA TAÇA ME PROTEJA E ME AJUDE SEMPRE. ASSIM
SEJA."
Coloque a taça com a água no lugar. Depois, acenda o incenso e
espalhe sua fumaça pelo ar, dizendo: "EU (seu nome) SAÚDO
E INVOCO TODOS OS ELEMENTAIS DO AR. AGRADEÇO PELO AR QUE RESPIRO, PELOS
VENTOS, PELA INTELIGÊNCIA, PELA CRIATIVIDADE, PELAS MINHAS VIRTUDES RACIONAIS.
PEÇO AO ELEMENTO AR CAPACIDADE DE RACIOCÍNIO, CLAREZA DE IDÉIAS,
CONDIÇÃO DE CRIAR E SER FELIZ. EU PEÇO QUE A FUMAÇA
DESTE INCENSO QUE SE DESPRENDE NO AR ME PROTEJA E ME AJUDE SEMPRE. ASSIM SEJA."
Novamente, coloque o incenso no seu lugar. Agora é a vez da vela. Acenda-a
e diga: "EU (seu nome) SÁUDO E INVOCO TODOS OS ELEMENTAIS DO FOGO.
PEÇO A INTUIÇÃO SAGRADA E A ENERGIA CURATIVA E CRIADORA
DO FOGO. AGRADEÇO AO FOGO PELA VIDA. EU PEÇO QUE O CALOR QUE SE
DESPRENDE DA CHAMA DESTA VELA SIVAM PARA OS MAIS NOBRE FINS, BEM COMO NA MINHA
PROTEÇÃO E CUIDANDO DE MIM, ENQUANTO EU VIVER. ASSIM SEJA."
Agora, que a invocação chegou ao fim, você deve tomar os
seguintes procedimentos: a moeda, servirá como um amuleto de proteção
e auxílio, então leve-a sempre carregue-a consigo; tome a água
do calice. Essa água, que fez parte da invocação, ajuda
nas realizações mágicas (feitiços ou dicas mágicas)
que você realizará. Já o incenso e a vela, deixe-os queimar
até o fim. O que sobrar (o pó do incenso e a cera derretida da
vela) é para ser jogado em um jardim ou água corrente.